Mais e melhores políticas de atratividade

O Vereador Jaime Neto, em reunião de câmara de dia 19 de março, referiu, no âmbito de publicação da “Bloom Consulting Portugal City Brand Ranking 2017”, que avalia a performance e a atractividade da marca dos 308 municípios portugueses em três categorias, visitar, negócios e viver, que o Município das Caldas da Rainha se encontra em nono lugar nas categorias “negócios” e “viver” e em décimo primeiro lugar em “visitar”, numa lista de cem municípios da Região Centro.

A nível nacional, o concelho de Caldas da Rainha está em 43º lugar a nível nacional, várias posições atrás da Nazare (36º lugar) e Torres Vedras (21º lugar). Comparando Caldas da Rainha com municípios semelhantes e próximos, como é o caso de Torres Vedras, verifica-se a necessidade de pensar no que não está a ser feito, e deveria ser, de forma a tornar o concelho mais competitivo e atraente. Neste aspeto, Jaime Neto, reforça a necessidade de se criarem políticas efectivas de atractividade turística, valorizando os recursos endógenos, e integradoras que potenciem, não só o que já existe, mas que considere o que será relevante para o concelho.

Uma das medidas preconizadas é a criação de um sítio na Internet próprio e vocacionado para responder à procura digital turística, separado do site institucional. Página que deverá conter informação útil para o/a visitante e que reflita a realidade atual e a história de Caldas da Rainha.

Há uma efetiva necessidade do município das Caldas da Rainha assumir a liderança política na definição de um projecto territorial de valorização do património hidrogeológico, nomeadamente através da realização de parcerias intermunicipais com a Nazaré, Peniche, Alcobaça e Torres Vedras, ligando a vertente termal ao Mar.

Caldas da Rainha tem o dever de ser uma cidade e um concelho mais competitivo, atraente e aprazível, recuperando um lugar de destaque na região e a nível nacional, já que reúne todas as condições necessárias para tal. A realidade tem mostrado que o desinvestimento na promoção de Caldas da Rainha traz consequências a médio e longo prazo, perdendo investimento e riqueza para os concelhos vizinhos que, habilmente, se têm mostrado ativos e modernizados. 

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One thought on “Mais e melhores políticas de atratividade

  1. Caros camaradas

    É o caminho da centralidade perdida, nos últimos anos, sempre com o PSD calado, que nem rato: A Comarca e a Sede da Comarca para o Oeste; foram feitas obras, de adaptação para tal fim, pelo M.da Justiça do G. de J. Sócrates. A Escola Superior de Educação, substituída por uma E.S.de Artes do Espetáculo, que depois foi anulada. A ESTGAD ­ com cursos de Tecnologia e Gestão ­ que regressou a ESAD. O GAT (o primeiro do País e as posteriores delegações. É a Zona Agrária e direções complementares. É a Linha do Oeste. E tantas outras coisas! Se não fossem algumas decisões tomadas por Governos Socialista – Auto­Estradas. Escola de Hotelaria, conclusão do Edifício da ESAD e conservação do Hospital de Santo Isidoro, etc.. Caldas era um vila de segunda extração. Saudações ­ Mário Tavares

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