O concelho das Caldas da Rainha tem agora duas áreas geográficas distintas da Sub-região DOP dos Vinhos de Lisboa, devendo ser uma missão da Câmara Municipal a promoção de mais e melhores acções de valorização e de desenvolvimento do Enoturismo e das paisagens e valores rurais a ele associados

Região DOP-Denominação de Origem Protegida dos Vinhos de Lisboa

Os Vereadores do Partido Socialista (PS), Luís Patacho e Jaime Neto, solicitaram a melhor atenção do Executivo Municipal e dos Serviços, para a recente e ansiada criação pelo Governo de Portugal da Região DOP-Denominação de Origem Protegida dos Vinhos de Lisboa, através da publicação da Portaria n.º 57/2021 de 12 de Março, a qual define o regime de produção e comércio dos vinhos e demais produtos vitivinícolas com direito às Denominações de Origem Protegidas (DOP) «Alenquer», «Arruda», «Torres Vedras», «Bucelas», «Carcavelos», «Colares», «Encostas d’Aire», incluindo a indicação das sub-regiões de «Alcobaça» e «Ourém», através da designação de «Medieval de Ourém», «Lourinhã» e «Óbidos».

Os Vereadores do PS informaram ainda que a Sub-Região DOP inclui duas áreas geográficas distintas do Concelho das Caldas da Rainha como território de produção de denominação de origem protegida, nomeadamente a «Encostas d’Aire» que inclui as Freguesias de Carvalhal Benfeito, Salir de Matos e de Santa Catarina e a denominação de origem protegida «Óbidos» que inclui as Freguesias de A-dos-Francos, Alvorninha, Landal, União das Freguesias de Caldas da Rainha – Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório e de Vidais.

Os Vereadores do PS referiram ainda que, apesar de o Concelho das Caldas da Rainha estar espartilhado entre estas duas denominações de origem protegida, esta iniciativa governamental vai ao encontro das diversificadas propostas apresentadas pelos Vereadores do Partido Socialista em reuniões camarárias de 2019/07/08, 2019/11/18, 2019/09/16 e 2020/11/02, nas quais é realçada a importância e urgência da valorização e certificação dos produtos regionais locais de excelência do nosso Concelho através da certificação europeia de Indicação Geográfica Protegida (IGP).

Os Vereadores do PS observaram também que a Câmara Municipal das Caldas da Rainha (CMCR) tem agora a missão de estruturar e de promover melhor as acções de valorização e de desenvolvimento do Enoturismo e das paisagens e valores rurais associados ao Enoturismo, cuja actividade turística se encontra em crescente expansão em todo o mundo e também em Portugal.

Os Vereadores do PS apresentaram uma proposta e recomendação para que a CMCR seja mais activa no estabelecimento de parcerias e protocolos com os actuais e futuros produtores de vinhos DOP, a fim de atrair novos investidores para a fileira do vinho e contribuir para a valorização e atratividade das freguesias do interior do Concelho das Caldas da Rainha, ditas como mais rurais.


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